Sociedade Diversificada

por Lucas G. Freire

Estado por cima, famílias de um lado, corporações de outro e, dependendo do caso, uma igreja aqui e ali. A sociedade brasileira está monocromática demais. Digo “está”, porque essa não é, nem vai ser, a sua condição permanente.

Mas essa é a situação agora. Uma sociedade muito uniforme, muito agrupada em “grandes blocos”. Uma política muito voltada para servir ao interesse desses blocos, e um padrão de interação social muito pouco criativo. Eu tenho família, trabalho, vou à igreja e confio no governo para o resto.

O resto? O resto é muita coisa! Pare para pensar um pouco: você provavelmente também faz parte de um grupo, formal ou informal, de pessoas que praticam esportes. E as instituições de ensino? Certamente já esteve em alguma, não é? E o seu sindicato trabalhista? E o clube?

Acontece que esses outros “departamentos” da vida social têm perdido seu lugar. Aos poucos, temos sido persuadidos a delegar mais e mais, por inércia, aos “grandes blocos”. Invariavelmente, esses “grandes blocos” tem esse tamanho porque ou pertencem ao próprio governo, ou recebem deste uma ajuda especial.

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Olimpíadas e Estado

Em época de Olimpíadas, recomendamos reflexão sobre três leituras.

1. Em inglês, o editor de Política Reformada comenta no site internacional ThinkIR a respeito do caráter extremamente político dos jogos olímpicos, usando o caso inglês e o caso brasileiro.

2. No portal Libertarianismo, Sidnei Santana discorre sobre a relação entre o uso da coerção estatal e o financiamento das Olimpíadas e Copa do Mundo no Brasil.

3. Na nossa página, o editor faz uma leitura das Olimpíadas à luz de seus motivos-base religiosos e da filosofia política reformacional.

Sejamos torcedores críticos, acompanhando e apoiando nossos atletas, mas reconhecendo que o sistema que alimenta o esporte moderno tem sido distorcido ou “sequestrado” pela intervenção estatal.

Táxis, Cooperativas e Política Cristã

por Lucas G. Freire

Logo após pousar no aeroporto de Confins e retirar minha bagagem, procurei um táxi de cooperativa para ir para Belo Horizonte. Os táxis de cooperativa são famosos na capital mineira por conta da boa qualificação dos motoristas e alta qualidade dos veículos. Minha ideia era ter um restante de viagem confortável, e usar o táxi “azul”, como nós o chamamos, foi uma boa escolha.

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