O espírito comunista: espírito de escassez

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Fidel Castro. Foto: Roberto Chile/Telesur

Fidel Castro apareceu em público recentemente, e deu uma palestra no 7º Congresso do partido comunista na Cuba. Muito pode ser dito a respeito do desarticulado e vago discurso dele. Hoje, vou me limitar a alguns comentários sobre o espírito que assombrou a sua palestra. Aparentemente, ele invocou o “espírito comunista”. Assim foi o manchete no site de Telsurtv.net. Para a esquerda totalmente desvinculada da realidade, o espírito comunista representa uma marcha de progresso rumo à perfeição, cheia de lealdade e unidade. No mundo real, a realidade na qual vivem as vítimas do comunismo, o espirito de comunismo é uma fantasma de violência, opressão, sofrimento, e escassez. Especialmente escassez.

Na sua palestra, Castro falou sobre o “grande problema” de ter bilhões de pessoas na terra, todas precisando de comida e água. Na realidade Bíblica, mais pessoas significa mais vida, mais produtividade, mais alegria, mais comunhão, mais talento, mais criatividade, mais glória a Deus. Mas o espírito de comunismo, o espírito de escassez, estava assombrando a palestra de Castro. Para Fidel, a existência humana é uma grande luta na competição por recursos limitados. “Quem irá alimentar e dessedentar tantos bilhões de pessoas?” Essa é uma pergunta tão antiga quanto Malthus.

A resposta invariavelmente envolve algum tipo de solução que enxerga os seres humanos como pragas ou parasitas, devorando os recursos do planeta, com a necessidade de amplos projetos intervencionistas estatais que promovam uma “distribuição justa” dos recursos. Ao fim, todos estão igualmente miseráveis, igualmente famintos, igualmente desesperados… Apesar de que alguns (os amigos e parentes dos líderes da ditadura do proletariado) são mais iguais do que outros.

O que é de fato triste no socialismo e no comunismo é que eles acabam sendo profecias autorrealizáveis. Gostaria de apresentar a Venezuela como prova: amigos meus no Facebook estão postando pedidos de oração por membros da família que estão na Venezuela literalmente passando fome e sem acesso a remédios. Já muitos anos atrás, Chavez rogava ao povo venezuelano que não acendesse a luz à noite quando se acordassem para usar o banheiro.  Hoje o governo está dando aulas pela televisão, ensinando como tomar um banho com apenas um copo de água. Viva nas trevas e na sua própria sujeira, tudo para apoiar la revolución! Assim está a vida na Venezuela, paraíso comunista. Caso encerrado.

Vejo e ouço traços desta opressora, temível, avarenta e gananciosa visão de mundo anticristã em discussões, comentários, e artigos compartilhados por companheiros cristãos. Isso me preocupa, porque você só pode confessar duas verdades fundamentalmente opostas por um curto espaço de tempo. Não vai demorar muito até que seu coração dividido produza uma vida de duplicidade e falta de integridade. Colhemos o que semeamos. Não devemos nos enganar. Não podemos servir a Deus e a Lênin.

A Bíblia ensina que a criação está gemendo debaixo de maldição por causa do nosso pecado. Ela ensina que trabalhamos pelo pão diário com o suor do nosso rosto. Mas ela não nos ensina a abraçar um estilo de vida no qual, para agradar ao grande líder e poupar preciosos recursos para o governo, temos de sentir vergonha de cada caloria, cada trinta segundos extra debaixo do chuveiro quente, cada litro de combustível.

O mundo foi projetado para suportar um número indescritível de pessoas, vivendo a vida deleitando-se ao máximo e profundamente em todos os recursos que Deus colocou aqui para que desfrutássemos para a glória dele. Sim, a Bíblia ensina a moderação, mas tal moderação não significa viver como um avarento miserável que sente culpa por cada bocado que mastiga.

O chamado bíblico à moderação envolve beber vinho até que isso alegre o seu coração, deleitar-se em comer e beber como um ato de culto e glória a Deus, e ter uma casa cheia de crianças e uma família que ante os olhos maliciosos dos mercadores da cultura da morte e da fome exaure muitos recursos e tem uma enorme pegada de carbono.

O problema, em primeiro lugar, não é que os recursos são limitados, ou que há demasiada competição por eles. O problema é que o campo do homem pobre produz safra abundante, mas a injustiça a arrasta.

Sugiro que a abordagem cristã ao lidar com recursos não deve e não pode abraçar a visão de mundo castrista e seus princípios subjacentes. A abordagem Cristã se deleita na abundância da criação, glorifica a Deus pelos incríveis avanços na ciência e tecnologia e pela sabedoria prática que produz uma abundância sem precedentes de riqueza de uma maneira eficiente como jamais vista, que concentra-se em criar e defender um meio-ambiente de liberdade e justiça no qual cada homem possa comer do fruto de seus próprios labores, e usufruir dele completamente ao usar os recursos da criação para o piedoso deleite de sua família. Não há necessidade de culpa.

Bem, esse é meu discurso matutino. Agora vou me preparar para o dia tomando um longo banho quente, sem sentir culpa nenhuma por estar desfrutando com gratidão dos abundantes recursos que o Deus gracioso providencia mesmo neste mundo caído. Soli Deo Gloria!

O povo pode desobedecer ao governo?

Então, disse Saul: Deus me faça o que bem lhe aprouver; é certo que morrerás, Jônatas. Porém o povo disse a Saul: Morrerá Jônatas, que efetuou tamanha salvação em Israel? Tal não suceda. Tão certo como vive o Senhor, não lhe há de cair no chão um só cabelo da cabeça! Pois foi com Deus que fez isso, hoje. Assim, o povo salvou a Jônatas, para que não morresse. — 1 Samuel 14.44,45

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Facebook MBL

A Bíblia ensina claramente que não há autoridade que não proceda de Deus, e portanto todo homem deve estar sujeito às autoridades superiores. As autoridades que existem foram por ele instituídas. De modo que aquele que se opõe à autoridade resiste à ordenação de Deus; e os que resistem trarão sobre si mesmos condenação. (Romanos 13) Cabe a todos nós, portanto, pagar a todos o que lhes é devido:a quem tributo, tributo; a quem imposto, imposto; a quem respeito, respeito; a quem honra, honra. O quinto mandamento continua em vigor, nos instruindo que faz parte de uma vida de gratidão e obediência ao nosso Deus gracioso nos submeter com alegria aos nossos superiores.

Mesmo neste momento de crise, é bom lembramos da exortação do apóstolo: “Exorto que se use a prática de súplicas, orações, intercessões, ações de graças, em favor de todos os homens, em favor dos reis e de todos os que se acham investidos de autoridade, para que vivamos vida tranquila e mansa, com toda piedade e respeito.” Esta oração deve incluir a Presidente, todo o Congresso Nacional, todos os níveis do governo federal, estadual e municipal, todos os magistrados, a polícia, e o exército. Não é por nada que o apóstolo Paulo nos diz que devemos orar sem cessar. Temos muitos assuntos que precisam ser colocados diante do trono da graça. Estamos sendo fiéis nisto? Continuar lendo

É lícito participar das manifestações políticas no domingo?

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R Loewenthal/Flickr.com

A resposta é: depende. Os princípios bíblicos são claros e imutáveis; como estes princípios se aplicam pode variar conforme a situação de cada um. Deixe-me compartilhar alguns princípios:

  1. O que não provém da fé é pecado. Quem tem dúvidas sobre a legitimidade de participar, não deve participar. Ponto. Romanos 14.23.
  2. O domingo é em primeiro lugar um dia reservado para adoração, em comunhão com os santos, debaixo da pública pregação da Palavra, com a administração dos sacramentos, a oração, e a oferta pelos pobres. Historicamente a Igreja tem entendido que só obras de necessidade e caridade são razões suficientes para deixar de participar na assembleia solene. As manifestações políticas não se enquadram em nenhuma dessas duas categorias. Portanto, Biblicamente é impossível justificar uma decisão de propositadamente se ausentar do culto solene para participar em uma manifestação. Será que existe atividade mais importante no universo do que entrar por trás do véu pelo novo e vivo caminho que Cristo abriu, para se encontrar com o Rei dos reis, o Senhor dos senhores, em obediência à santa convocação? Salmo 95, Atos 2.42-47, Hebreus 10.23-25, 1Coríntios 16.2.

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As propostas políticas do Príncipe da Paz

achernar-2-sHá muito debate sobre a data em que a Igreja católica (aquela do artigo 9º do Credo Apostólico) se lembra de uma forma especial do nascimento do Salvador. Vamos deixar este debate de lado por um momento. Fato é que, pelo menos para a Igreja do hemisfério Norte, o final de dezembro é uma época muito apropriada para se lembrar da vinda do Príncipe da Paz. É no final de dezembro que ocorre o solstício de inverno, que marca o dia mais curto do ano. Em outras palavras, é a época quando as trevas mais demoram e se prolongam. Também na Palestina.

É chamativo o fato de que a Igreja veterotestementária esperava a vinda da Luz para espantar as trevas. Quando o sacerdote Zacarias, cheio do Espírito, profetizou acerca do nascimento e ofício do seu filho João Batista, ele fez questão de declarar que a salvação e redenção tão esperadas tinham tudo a ver com a certeza que “… nos visitará o sol nascente das alturas, para alumiar os que jazem nas trevas e na sombra da morte, e dirigir os nossos pés pelo caminho da paz.” (Lucas 1.78) Continuar lendo

Igreja, Israel e História

por Kenneth Wieske

Nas minhas leituras diárias particulares, estou neste momento lendo a carta de Paulo aos Efésios. No capítulo 1, fiquei mais uma vez impressionado como o apóstolo enfatiza a posição central da Igreja no plano eterno de Deus executado na história.

E pôs todas as coisas debaixo dos pés e, para ser o cabeça sobre todas as coisas, o deu à igreja, a qual é o seu corpo, a plenitude daquele que a tudo enche em todas as coisas (Ef. 1:22-23).

Toda a autoridade na terra e no céu foi dada a Jesus Cristo. Ele é o Rei dos reis, o Senhor dos senhores. Ele tem autoridade e soberania total sobre todo o universo. Todo esse poder Ele exerce a favor da igreja.

Tudo o que acontece no universo, seja a implosão de estrelas ou o voo dos cometas, seja a ascensão dos reis ou sua queda, e todas as outras coisas que se leem na manchete dos jornais, ou os pequenos detalhes e dificuldades diárias na nossa própria vida – todas essas coisas são parte do governo glorioso e soberano de Cristo.

É assim que Ele dirige a história, fazendo-a progredir inexoravelmente até o dia em que trará Sua noiva às mansões celestiais que Ele lhe tem preparado na Nova Jerusalém, para uma eternidade de comunhão e celebração alegre e perfeita.

Pense nisso ao ler os jornais. O Senhor Jesus faz as notícias acontecerem por meio de Sua autoridade, para o Seu propósito, e em favor de Sua igreja. A igreja não é mero rodapé da história. Ela não está parada num canto obscuro da história. Aliás, a igreja, em Cristo e sob Cristo, está no centro e é o sentido de toda a história mundial.

“E Israel?”

Em nosso contexto fortemente dispensacionalista, a pergunta surge para muitos: onde fica Israel em tudo isto? Boa parte do movimento evangélico moderno tem um fascínio por Israel. Os judeus são vistos muito mais como o povo de Deus que os gentios.

As Escrituras não ensinam assim. Ser membro do povo de Deus não é questão genética, e sim de fé nas promessas do evangelho. Todos os que crêem são filhos de Abraão. É só continuar lendo um pouco mais na mesma carta, e deparamos com aquilo que Paulo também ensina em outros lugares como Romanos 11, por exemplo: o gentios fazem parte do povo de Deus, como um ramo enxertado numa oliveira faz parte da oliveira. Vemos este ensino no capítulo três de Efésios.

Os gentios são co-herdeiros, membros do mesmo corpo e co-participantes da promessa em Cristo Jesus por meio do evangelho (Ef. 3:6).

Nesse versículo, Paulo enfatiza três vezes essa participação igual e plena dos gentios no povo de Deus. Esta foi a boa-nova chocante, maravilhosa e de alcance mundial que os apóstolos proclamaram: depois de milênios operando principalmente com a nação de Israel como um povo étnico, Deus está agora incluindo em ampla escala os gentios, para que sejam co-herdeiros, co-membros e co-participantes.

Se você é um crente gentio, você não é cidadão de segunda categoria no reino de Deus. Você é um membro em pé de igualdade, membro pleno do Corpo, junto com os judeus que creem no Cristo, irmãos e irmãs de você.

“Do trabalho de tuas mãos comerás”

por Kenneth Wieske

100 mil manifestantes nas ruas do Rio e a Câmara Estadual tomada pelo populacho que apedrejou e chutou a polícia, destruiu veículos e ateou fogo ao prédio. 65 mil manifestantes nas ruas de São Paulo. Dez mil tentaram invadir o Congresso Nacional, e alguns chegaram ao telhado. Milhares de manifestantes têm tomado as ruas de outras capitais e cidades grandes do Brasil.

Por quê? Tudo começou com os vinte centavos da tarifa de ônibus em São Paulo. Agora o povo quer transporte grátis para todos os estudantes (imagine só, numa cidade de vinte milhões de pessoas! Quem vai pagar o preço?) e os protestos estão se transformando numa crítica generalizada à corrupção e ineficiência do governo.

Qual é a solução? A maioria dos manifestantes pensa que a resposta é mais estatismo. Eles querem que o governo seja o provedor de serviços gratuitos e de alta qualidade. Porém, de onde sairá tanto dinheiro para pagar pelos serviços? Eles nem querem saber da origem: tudo o que sabem é que têm direito à carona, ao ‘almoço grátis’.

Ontem eu terminei de ler A Revolta de Atlas, escrito décadas atrás por Ayn Rand. Embora a autora esteja bastante equivocada em suas opiniões sobre a fé e a religião, ela é bem perspicaz ao identificar o espírito que move o socialismo, o comunismo e o estatismo: “Bem-aventurado é aquele que come do fruto do trabalho dos outros”. Nem preciso dizer que esse não é um espírito bíblico: é um repúdio total daquilo que Deus nos ensina no Salmo 128:2. O Salmista exclama que um dos sinais de viver uma vida bem-aventurada é o seguinte: “Do trabalho de tuas mãos comerás, feliz serás, e tudo te irá bem.” Contudo, o movimento revolucionário do inverno brasileiro continua desprezando o trabalho honesto, exigindo que o Estado cuide deles do nascimento até a velhice. Não poderão ser felizes, e nada lhes irá bem!

É interessante ver como na prática aqueles manifestantes que abusam do direito a opinar e protestar têm reforçado o problema e criticado a solução. Destroem propriedade privada e criticam o capitalismo. Querem atacar bancos, lojas e outros símbolos desse ‘horrível’ sistema que lhes proporciona papelão para as placas, canetas para escrever, sapatos e roupas, iPhones, conexão digital, Twitter, Facebook e todas as outras ferramentas que aplicam em rebeldia. Se o capitalismo gera isso tudo, pode muito bem proporcionar o transporte coletivo acessível e eficiente, usando responsavelmente o trabalho das nossas mãos.

Poder Arbitrário contra o Direito a Opinar

por Kenneth Wieske

A liberdade de expressão é um valor importantíssimo. Um artigo publicado aqui sobre o caso de Mayara Petruso, julgada por suas palavras preconceituosas sobre os nordestinos, sugere que até os cristãos hoje em dia estão caindo no erro de endeusar o governo; procurando no governo a solução para todos os males. O autor nos lembra de algo crucial: não se pode legislar a moralidade.

Quando queremos o governo agindo como pai, mãe, professor, babá, patrão, e não sei o que mais, acabamos com um governo que se acha deus. A consequência: a sociedade não funciona mais e a liberdade deixa de existir. O governo controla tudo: até os nossos pensamentos e palavras.

Olhe para além da asneira e ódio de Mayara Petruso. É preciso avaliar biblicamente se a solução para tratar esta estupidez dela é o processo criminal. Da prisão de Mayara por falar estupidez e ódio contra nordestinos, é um pequeno passo para a prisão de cristãos que falam dos púlpitos contra pecados condenados por Deus na bíblia. Um pequeno passo para a perseguição da igreja.

A igreja deve acordar, pois tem bebido muito dos pensamentos da nossa época, que atribuem ao governo a responsabilidade para resolver todo problema, em todo momento e em toda esfera da vida. A igreja muitas vezes tem sido parte do problema, ao tentar cooptar o governo, ignorando que a centralização de poder é anticristã.

Cai a Máscara da Política Educacional do Governo

por Kenneth Wieske

Uma reportagem do Fantástico indica que cerca de mil famílias brasileiras educam os filhos em casa. Algumas têm sido legalmente perseguidas, sob alegação de estarem violando o Estatuto da Criança e do Adolescente.

Imagine a seguinte manchete: “Pais brasileiros lutam pelo direito de alimentar seus filhos em casa”. Imagine o artigo no jornal, explicando que tem alguns (poucos) pais que estão alimentando seus próprios filhos, longe dos refeitórios coletivos ordenados pelo governo. Imagine a reação chocada da maioria da população, que não entende como é possível que pais estejam abandonando o alimento saudável pelo cardápio feito pelos nutricionistas do governo, para alimentar os filhos nas casas onde nem tem inspeção da cozinha pela ANVISA!

Não seria absurda uma situação dessas? Bom, não é menos absurda a situação mostrada na reportagem do Fantástico que nos fala de pais que precisam lutar pelo direito de educar seus filhos. Desde quando se tornou necessário lutar por algo que já nos pertence? É necessário lutar pelo direito de respirar? De pensar?

Note bem o comentário da pedagoga Maria Stela Graciani, citada na reportagem. Ela não consegue criticar a educação domiciliar por algum defeito pedagógico ou acadêmico: é comprovado que o desempenho escolar de crianças educadas em casa supera em muito a média das crianças educadas em escolas. Um estudo recente de quase 12.000 alunos revelou que as crianças educadas em casa saírem em média com 30 pontos percentuais a mais do que os alunos educados nas escolas. Como a professora não consegue comprovar que educação no lar é abandono intelectual, veja que sua maior crítica se resume a isto: as crianças que não são obrigadas a participar de uma escola perdem “a essência da convivência comunitária”, diz a pedagoga.

Desde quando o propósito da escola é proporcionar ou ensinar a “essência da convivência comunitária”? Não tem igrejas? Não tem a família? Não tem os vizinhos no bairro? Não tem os colegas das aulas de ballet, de música, e outras atividades artísticas ou esportivas?

As palavras da pedagoga são muito alarmantes. O governo deseja ter os nossos filhos no seu sistema educacional em primeiro lugar não para os educar, mas antes para os socializar. E o tipo de sociedade que o governo quer inculcar na cabeça dos nossos filhinhos muitas vezes é bem diferente do tipo de sociedade que nós queremos para eles.