Que tal Participar da Reforma Política?

Ajudar o projeto Política Reformada é mais fácil do que você imagina. Convido a considerar as seguintes possibilidades de ajuda:

1. Montando grupos informais ou formais de discussão a respeito do nosso material publicado semanalmente;
2. Compartilhando, via email, Facebook, Twitter, o material da nossa página;
3. Convidando mais leitores a “curtirem” nossa página no Facebook, que é o melhor atalho para divulgação;
4. Tornando-se um dos nossos “divulgadores virtuais”, passando adiante o material que publicamos para seus amigos no Facebook;
5. Imprimindo os textos e levando cópias para aqueles em sua igreja ou família que não usam o computador ou a internet.

O custo individual disso tudo é muito baixo: ninguém paga para usar o Facebook ou Twitter, e imprimir textos curtos não é muito inconveniente. Todo o problema é a falta de tempo e de acesso. Eu tenho tempo de estudar e escrever, mas tenho menos tempo para divulgar e quase nenhum acesso aos amigos que você tem.

O que eu proponho aqui é uma verdadeira “divisão do trabalho”, em que nosso grupo de leitores, que tem crescido, pode contribuir – cada um com um pouco do seu tempo – para, assim, atingirmos um número cada vez maior de pessoas.

Conto com sua ajuda. E espero que você fique tão feliz como eu, ao ver a página cumprindo seu papel de informar e de opinar, deixando a cada cristão a abertura para examinar sua consciência com base na riquíssima tradição bíblica e reformada. Se gostar de ajudar, por favor, conte-me sua história enviando um email para editor@politica.reformada.org.

Você tem alguma sugestão? Que tal escrever um comentário abaixo?

Obrigado!

— Lucas G. Freire, Editor Geral.

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“Deus seja louvado”

por Lucas G. Freire

Nosso governo é laico (dizem os magistrados) e, por isso, a expressão “Deus seja louvado” deve ser retirada das nossas cédulas de dinheiro. Não importa que nossa Constituição diga que foi elaborada “sob a proteção de Deus”. Logicamente, não é surpresa que religiosos de várias crenças estranhem esse pedido feito ao Governo Federal por magistrados no estado de São Paulo.

De um lado, os religiosos tem feito um grande barulho em reação e, de outro, juízes e políticos firmam uma posição ainda mais absoluta contra qualquer tema religioso na vida pública brasileira. Em vez de justiça no nosso ambiente político, os religiosos querem afirmar o simbolismo dos seus valores e os magistrados desejam a secularização da nossa sociedade.

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Governo, Economia e Furacões

por Lucas G. Freire

Diretamente dos Estados Unidos.

Quando o telefone tocou, eu fiquei apreensivo. Era bem tarde, e o voo Londres-Washington DC estava marcado para o dia seguinte. De Exeter a Heathrow, o principal aeroporto londrino, eu esperava umas cinco horas de viagem. E agora o telefone tocava. Um furacão em Washington, Nova Iorque e em outros lugares. O voo estava cancelado.

Um desastre natural desse calibre sempre nos lembra que não estamos no controle. Apenas reagimos, com heroísmo ou covardia, trabalho ou preguiça, ânimo ou indiferença. E, às vezes, com estupidez. Independente da nossa reação, uma coisa é certa: não estamos no controle.

Decidi tomar o ônibus e ficar no aeroporto assim mesmo. Depois de quatro dias, finalmente consegui voar e cá estou, nos Estados Unidos da América. O povo se livra, aos poucos, dos efeitos do Furacão Sandy. O povo medita sobre o que aconteceu. O povo se prepara para observar que novo rumo a nação tomará nesta semana de eleições.

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