2 pensamentos sobre “Propriedade intelectual e direitos autorais (Parte 1)

  1. DO PONTO DE VISTA PRÁTICO, PARECE SIMPLES E JÁ ATÉ CONSENSUAL NO MERCADO MUSICAL A QUESTÃO COLOCADA: VISA LUCRO A EXECUÇÃO? PAGA DIREITOS AUTORAIS, NÃO VISA, É PARA O SINGELO ENLEVO ESPIRITUAL DA IGREJA NÃO HÁ PORQUE DISCUTIR. O TRISTE É QUE ESSA DISTINÇÃO JÁ NÃO É CLARA NO “MEIO EVANGÉLICO”, QUE EM SI PASSOU A SER VISTO INDISTINTAMENTE COMO UM IMPORTANTE MERCADO ESPECIALMENTE PARA A MÚSICA, MAS TAMBÉM PARA LIVROS E HOJE PARA TODA SORTE DE “BUGIGANGAS GOSPEL”. DAÍ QUE O EIXO DA DISCUSSÃO PARECE DESLOCAR-SE PARA ESTE CONTEXTO DE FENÔMENOS MERCADOLÓGICOS E COMERCIAIS ATUAIS DO CHAMADO “MEIO EVANGÉLICO” E A PROTEÇÃO DE SEUS INTERESSES BEM TERRENOS.
    JAIRO MACEDO – GUARAPUAVA – PR.

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